sábado, 20 de julho de 2013

Nos séculos 16 e 17 o traje europeu sofreu profundas modificações, evoluindo para formas mais graciosas. Os vestidos alargaram-se; as damas tinham corpetes muito decotados, bordados a ouro, vestidos de seda rica, aventais e capaz com capuz, ao passo que os homens usavam cabelo comprido, pescoço nu e peito erguido, além de decotes em suas roupas. A classe média adotava o padrão de roupas sem gola, manga de saco provida de punho, manto de gola alta e corpetes ajustados ao corpo. Em meados do século 17, o barroquismo, na Espanha e Portugal, refletiu-se também no modo de vestir, surgindo as vestes de gola alta com bordados a ouro e prata, enquanto as vestes femininas sofriam poucas modificações. As classes nobres da França caracterizaram-se igualmente, na época, pelo luxo do vestuário, o que se acentuou no século 18. A Revolução Francesa implantou vestes simples, abolindo-se também as cabeleiras para os homens. O Diretório (Corpo executivo que regeu a França de 10/95 a 11/99) caracterizou-se pelos vestidos femininos de cintura alta e decote pronunciado. Em meados do século 19 o calção masculino desapareceu definitivamente, substituído pela calça bem justa.                                     
                       moda de hoje em dia


hoje em dia todos gostam de vestir bem usar roupas bonitas para ir para todos os lugares por exemplo:festas,passeios,casamento e etc.as roupas serve para variados motivos mas e a gente que cria a nossa moda.

Vermelho é poder

”O vermelho simboliza o poder, é a cor que se associa com a vitalidade e a ambição. O vermelho contribui também para a confiança em si mesmo, a coragem e uma atitude otimista ante a vida.

É uma cor que também tem seu aspecto negativo, e pode expressar raiva. Se estamos rodeados de muito vermelho, pode influir-nos negativamente e deixar-nos irritáveis, impacientes e inconformistas.” Fonte: Site euroresidentes.com
As cores podem expressar muito sobre o que estamos sentindo, sobre qual é o nosso estado de espírito naquele momento. Todo mundo já ouviu dizer que o vermelho é a cor da paixão, do amor, do tesão, mas o fato é que o vermelho é a cor do poder! Uma peça de roupa vermelha usada de forma adequada no mínimo irá te colocar no centro das atenções. Muitos estudos afirmam que em situações onde é necessário demonstrar força, vitalidade e impor algo, um tailler vermelho pode cair como uma luva. Assim ficam aqui algumas inspirações para aquele dia em que você quer sair vestida para arrasar!

#Dica: Por favor, o vermelho deve ser usado com muita moderação, no ponto certo, e claro, só se a peça escolhida estiver de acordo com o seu estilo pessoal.


Uma década de prosperidade e liberdade, animada pelo som das jazz-bands e pelo charme das melindrosas - mulheres modernas da época, que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada Era do Jazz.A sociedade dos anos 20, além da ópera ou do teatro, também frequentava os cinematógrafos, que exibiam os filmes de Hollywood e seus astros, como Rodolfo Valentino e Douglas Fairbanks. As mulheres copiavam as roupas e os trejeitos das atrizes famosas, como Gloria Swanson e Mary Pickford.
A cantora e dançarina Josephine Baker também provocava alvoroço em suas apresentações, sempre em trajes ousados
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Livre dos espartilhos, usados até o final do século 19, a mulher começava a ter mais liberdade e já se permitia mostrar as pernas, o colo e usar maquilagem. A boca era carmim, pintada para parecer um arco de cupido ou um coração; os olhos eram bem marcados, as sobrancelhas tiradas e delineadas a lápis; a pele era branca, o que acentuava os tons escuros da maquilagem.

Croqui publicado na "Folha da Noite", em 16 de setembro de 1926A silhueta dos anos 20 era tubular, com os vestidos mais curtos, leves e elegantes, geralmente em seda, deixando braços e costas à mostra, o que facilitava os movimentos frenéticos exigidos pelo Charleston - dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o "cloche", enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a "la garçonne", como era chamado.

A mulher sensual era aquela sem curvas, seios e quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.
Em 1927, Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres - um verdadeiro escândalo aos mais conservadores.
A indumentária usada em outras épocas mostra os atos e os costumes do seu povo, um reflexo do gosto contemporâneo retratando o desenvolvimento econômico, cultural e político, identificando camada social, profissão, idade ou sexo. Com a evolução da indumentária surge a individualidade em forma de moda, como signo da forma de expressão que se mostram em vários domínios. Todo homem recebendo influencias culturais de outros povos, que se reflete no modo de vestir. A roupa vira moda no momento em que os feitios e a maneira de usar transformam se numa norma estética de certas camadas sociais. No passado, a classe inferior jamais pôde seguir a moda, dela participando apenas como mão de obra. Após a Revolução Francesa as diferenças sociais deixaram de ser expressas pelas leis, passando a se manifestar de forma sutil pela qualidade dos tecidos e da confecção. Depois a moda perdeu seu caráter estilista, mas a alta costura continuou acessível apenas para alguns; a diferença é que outras camadas da população puderam popularizá la. As vestimentas durante milhares de anos, deram aos homens o poder de se auto afirmar e demonstrar virilidade visualmente e, as mulheres, o de exibir seu charme. Com o avanço da civilização, a roupa foi se adaptando a novas técnicas têxteis. Todo período histórico tem seu estilo próprio, substituindo sempre a moda anterior. A nova moda é derivada de uma velha, e a criação de algo novo requer uma pesquisa do que já foi. Área temática de Extensão: Cultura Área do CNPq: Ciências Sociais Aplicadas.
Durante o Paleolítico, através da manipulação de caules e plantas, o homem inventou uma das mais fantásticas descobertas da história: a roupa. Através do desenvolvimento milenar da confecção de fios compridos e resistentes a partir de caules e plantas, as roupas protegeram a humanidade em ambientes de extremo frio e tornaram-se uma poderosa ferramenta para a construção da identidade humana, ratificando valores e crenças perante os grupos sociais e provando que o vestuário é parte intrínseca de cada modo de vida.
As roupas na Antiguidade

Pouco se sabe sobre o modo de se vestir dos antigos mas, por meio de desenhos inscritos, pinturas em vasos, paredes e estátuas se pode ter uma noção. Os egípcios usavam apenas roupas brancas indicando poder e riqueza. 
Somente os ricos da classe alta conseguiam se vestir e esse privilégio era somente válido para adultos. Os homens se vestiam com um tecido cobrindo suas partes íntimas parecendo uma espécie de fralda e as mulheres usavam uma espécie de vestido amarrado nas costas com os seios à mostra.
Com o passar do tempo, as mulheres passaram a cobrir seus seios e os homens a usar saias cada vez maiores para cobrir-se. Com o passar do tempo, as pessoas passaram a usar túnicas com um buraco no meio para a cabeça e amarrados à cintura. Os persas foram os primeiros a fazerem ajustes nas roupas e isso facilitava na locomoção, na caça e na lida.

Roupa, também chamada de vestuário ou indumentária, é qualquer objeto usado para cobrir certas partes do corpo. Roupas são usadas por vários motivos. Roupas são usadas por questões sociais, culturais, ou por necessidade. Outros objetos que são carregados ao invés de serem vestidos sobre certas partes do corpo são chamadas de acessórios, como por exemplo, sombrinhas, bolsas e mochilas.
O uso de roupas é considerado na maior parte do mundo como parte do bom senso e da ética humana, guiado por valores sociais, sendo considerada indispensável pela maioria das pessoas, especialmente em lugares públicos.1 Os materiais utilizados para a confecção das roupas podem ser naturais, tais como algodão, seda ou couro, ou sintéticas, tais como acrílico, por exemplo.